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O PC (com Windows) está morrendo? Talves… Mas existem pontos a se destacar

agosto 3, 2011

     Normalmente, quando leio artigos sobre o “Fim de PCs”, vejo que normalmente se esquecem da real utilidade do PC. Eu amo o PC, porque eles podem fazer todas as coisas que outras máquinas fazem. Sendo assim, recentement, eu comprei um Netbook com o Windows 7 instalado, e depois de configurá-lo para se parecer com o XP (é difícil mas não impossível, veja em posts passados), estou feliz porque eu posso fazer todas as coisas que eu gosto de fazer em um PC neste computador de baixo peso. Eu trabalho, eu assisto filmes (tanto do youtube quanto de meus filmes wmf/avi já gravados), eu gerencio minhas fotos / imagens, eu escuto minhas músicas, eu falo com meus pais e familiares na internet (envio e-mails, mensagens e muitas outras coisas), eu navego pela Internet inteira, eu posso editar filmes caseiros da minha câmera, faço programas para PCs, faço os documentos e trabalhos de escola… Mas, a coisa mais interessante é que cada tarefa mencionada aqui pode ser feita até mesmo em um PC mais antigo (desde que o usuário saiba como fazer e tenha algum tempo para esperar as tarefas sejam feitas).

        Para mim, o maior erro que a Microsoft fez é a de não apoiar PCs mais antigos, já que muitas pessoas não tem dinheiro (e nem pretendem gastar com isso) para comprar novos computadores a cada 4 anos (ou 8 anos, no caso), porque normalmente computadores antigos podem fazer um monte de coisas que os novos computadores fazem. Eu sei que eu sou um grão de areia no mar, mas eu tenho muitos amigos que me chamam para reparar seus computadores, e normalmente vejo que o PC está OK, e algumas poucas otimizações são suficientes para tornar o computador mais rápido novamente, satisfazendo o usuário. Quando Alguém então me pergunta sobre atualizar seus computadores, tenho que dizer que não dá, pois desde que a Microsoft mudou a maneira como os drivers são instalados, muitas placas, scanners e etc foram literalmente obsoletados, e se a pessoa os tem funcionando no Windows XP eu não posso recomendar comprar um Windows seven (um bom substituto para o Windows XP), porque muitas placas de vídeo boa (mesmo boas placas 3D), placas de som e adaptadores de rede (incluindo bons adaptadores sem fio) não terão drivers para o Windows seven. Se a microsoft, ao invés de ter disponibilizado o Windows 7 starter, uma versão “limitada” do windows seven, tivesse uma versão do Windows Sevem lite, com as mesmas características (e compatibilidade) com o Windows XP, mas mais leve em relação ao Windows Seven professional, muita gente que eu conheço (incluindo eu) o teria comprado/preferido ao invés do Windows Seven professional, pesado como ele ainda o é.

      Eu preciso escrever que  a característica mais importante do Windows,  que fazia ele ser vendável e usável era a compatibilidade com dispositivos mais antigos e a  capacidade de ser instalado em qualquer computador, característica esta que foi perdida. No passado, quando os amigos me perguntavam sobre a atualização do Win98 para o XP, normalmente, era possível, e eu mencionava que ele é uma idéia muito boa, visto os benefícios de se ter um sistema operacional atualizado, mais seguro e estável, e com isso, eles compravam uma cópia do Windows XP. Hoje, quando me perguntam a mesma coisa tenho que dizer, na maioria dos casos, que é impossível devido à incompatibilidade de drivers e recursos mínimos. Então, eles preferem manter seus computadores como estão e apenas otimizar o sistema. Tenho lido alguns artigos que mencionam o Windows 7 versão com menos recursos para executar em um sistema limitado e para trocar o Windows XP, mas eu nunca vi nada na prática. Só pra constar, na prática, com windows, sempre funcionou assim: O sujeito tem um PC, que roda uma versão antiga do Windows, a microsoft lança uma nova versão, que roda neste novo pc, a pessoa instala esta nova versão de Windows, aprende a mecher, e com o tempo, troca a máquina, mantendo o sistema operacional. Ao mecher nesta ordem, a microsoft perdeu campo para a Apple, uma vez que se a pessoa tem que comprar um PC novo, ela passa a poder escolher entre um OS e outro, ou até mesmo entre tablet, PC, netbook, afinal, já que tem que gastar com troca de hardware e software de uma vez, porque não rever os conceitos?

      Acho que talvez esta seja a razão que a Microsoft está perdendo mercado para a Apple.  A Apple vende hardware + software, já a Microsoft, só vende software, esta é a sua experiência, e eles estão tentando fazer uma coisa (incorporando PCs com o Windows pré-instalado) que não é a experiência da microsoft. E enquanto esta for a tendência, veremos o Windows XP (e mesmo a microsoft) aos poucos perdendo mercado para seus concorrentes, a Apple, o Google e tantos outros competidores por aí.

Transtorno Bipolar do Humor: Realidade ou Viagem de psicólogo?

junho 4, 2011

        Escrevo este comentário após minha mãe ter comentado comigo que eu poderia estar com este tipo de transtorno, uma vez que, segundo ela, eu apresentava alguns sintomas desta doença psicologica.
        Honestamente, não sei se eu tenho ou não este distúrbio, obviamente, se eu o tiver, seria esperado que eu negasse tal fato. Mas, lendo os sintomas, e cogitando a hipótese de que eu realmente tenha este distúrbio, eu penso comigo: Bom, pode ser que realmente eu tenha este distúrbio. Mas o que faria uma pessoa que trabalha, faz engenharia, tem quer dar atenção à mãe, à namorada, aos familiares, tem que estar antenado às tecnologias que existem (pois trabalho com eletrônica, a cada momento uma nova tecnologia surge e temos que “aprendê-la”), que ainda assim bloga (justamente para tentar desestressar um pouco),   enfim, como reagiria uma pessoa “normal” sob as várias pressões vindas de várias partes da sua vida? E o que então seria “normal” para estas situações? Acho que, no mínimo, as reações seriam as mesmas, simplesmente porque amigos meus da faculdade nas mesmas condições dizem que passam pelos mesmos problemas. Estariamos então diante de uma epidemia de transtorno bipolar causado pela vida de estudante de engenharia trabalhador? Talvez… Talves devessemos então impedir que as pessoas não trabalhem e façam Engenharia pois isso gera transtorno bipolar do humor… Mas eu, como futuro Engenheiro, não consigo ver algo de errado, vejo apenas uma relação de causa-consequência. Se me xingam, o “normal” é eu ficar chateado, não é um “transtorno de chateatisse aguda” e se me tratam bem, o “normal” é eu tratar a pessoa bem também, o que também não é um “transtorno de tratamento excepcional”. Podemos nos esforçar para tratar bem alguém que nos chateie, da mesma forma que as vezes tratamos mal as pessoas sem querer,  mas em ambos os casos a ação normalmente é consequência da situação que passamos no dado momento, pelo menos do meu ponto de vista. Sempre descofio que a psicologia as vezes “viaja” em suas deduções, porque, não raramente, vejo algo “normal” passar a ser tratado como uma “doença psicologica”, e pior, quando num programa de TV o leigo é orientado a  indicar seus familiares “problemáticos” à especialistas, não raramente esta orientação falha ao não informar que nem todo caso particular de reação à uma situação é um estado esquisofrênico por si só.

        Espero que este comentário registrado aqui sirva para que outras pessoas que tenham tal diagnóstico detectado por uma pessoa que viu uma reportagem em algum lugar, possa expor sua opinião e para que este conceito seja bem definido.  Acho que é por isso que a nossa sociedade atual é tão acomodada, pois a melhor maneira de dominar aqueles que questionam o sistema é o chamar de louco, não é mesmo? (Acho que neste texto coloquei todas as características de um transtornado bipolar do humor… rsrs) E somente postei este comentário aqui porque foi o primeiro lugar onde encontrei uma oportunidade de expor meu ponto de vista, para que fique registrado, antes de, quem sabe, me tratarem como louco…

Cleber Magalhães

P.S. Se algum psicólogo achar que este texto tem traços de um “transtornado bipolarmente do humor”, e quiser me fornecer uma consulta gratuíta de diagnóstico, entre em contato comigo.  Eu realmente posso estar errado, afinal, assunto de psicologia não é o meu forte, creio que um especialista está devidamente embasado para dar um diagnóstico, e  aceito que a hipótese de estar errado é uma possibilidade real, e se realmente eu for convencido de que preciso de ajuda, porque não pagar?  Mas acho que não é nada que um simples descanso não cure, e não há nada que altere mais o humor de uma pessoa do que alguém dizer que você tem um problema e ainda por cima cobrar por dar esta “informação”.

Windows Seven: Ainda é um Windows. Que bom!

abril 26, 2011

Quem leu meus últimos posts a respeito do Windows Seven percebe que eu faço duras críticas a este Sistema Operacional, e poderia com toda razão me questionar: “Puxa, se o Windows Seven é assim tão ruim como você tem postado, porque então você não muda de sistema operacional? Porque você ainda continua usando um sistema operacional do qual você fala mal sendo que existe tantas alternativas por aí?

Bem, antes de mais nada, ele tem sim boas características. Dentre as principais, está o fato de que ele ainda é um “Windows”, e traz consigo uma parte da boa herança do passado. A maioria dos sites que falam do passado do Windows esquece das vantagens e foca apenas no “travamento” do Windows, o que já não ocorria no Windows XP. No máximo, um determinado programa travava, mas sempre era possível retomar o uso do PC sem ter que reiniciar. Também é bem verdade que o que vou falar aqui vale para o Windows Seven em sua versão professional, mas mesmo as versões Starter e Home Edition possui boa parte destas características, apesar delas, para mim, não atenderem. E diferente da corrente atual que diz que temos que “colorir a interface gráfica”,eu tenho uma preferência justamente contrária, preferência esta que explorei no Windows Seven e descobri o seguinte:

  • Ainda é possível rodar programas mais antigos, como alguns que foram feitos para windows 3.11, windows 98 e seguintes. E mesmo se algum programa se mostrar completamente incompatível, basta a instalação da máquina virtual da microsoft com Windows XP, para que programas antigos incompatíveis rodem no windows Seven.
  • Ele sofreu vários avanços gráficos até muito interessantes, mas quem prioriza praticidade, pode ainda optar por deixar o windows com “cara de Windows 98”, o que economiza memória, aumenta consideravelmente a performance e o deixa compatível com programas mais antigos. Ou seja, ele consegue agradar todos os gostos de usuários, desde o anseio por inovação dos novos usuários, até a necessidade de padronização e compatibilidade necessária aos antigos usuários.
  • Os atalhos usados para acessar os recursos do Windows permanecem, novos atalhos foram incluídos, o que aumenta a praticidade na navegação via teclado. Quem trabalha com notebook (e netbook) e ainda por cima trabalha com programação sabe que o mouse as vezes fica encostado no canto, e neste caso ter atalhos é muito importante.
  • A opção de miniaturas foi amadurecida e permite ajudar o nível de zoom de forma personalizada. Assim, é mais fácil definir um tamanho de visualização de ícone que nos atenda melhor.
  • A suíte de ferramentas integradas melhorou muito: O Wordpad ficou bem parecido com o Word, do pacote office; O Paintbrush ficou mais atratívo, com zoom mais inteligente; O windows Movie Maker agora funciona bem; A calculadora do Windows agora tem modos: Científico, programador, estatistica e padrão ; Existe o serviço de fax e scanner, que agora funciona de verdade; O Notepad ganhou um rodapé, que se for habilitado, permite ver a linha e a coluna do cursor; Existe uma ferramenta para quem tem tela toutch screem; Dá pra usar o diário do windows;
  • Pude instalar, até o momento, todos os aplicativos freeware que me acompanham ao longo dos anos, sem problemas, como o IrfanView, Mp3 Direct Cut, GIMP, Virtual Dub, C Cleaner, Google Earth, enfim, como disse, ele ainda continua fazendo o que sempre fez, e isso é o que eu mais valorizo em um computador Pessoal;
  • O Conjunto Hardware+Software normalmente custa bem menos que um Mac equivalente. Mesmo reconhecendo que os produtos da apple são em certo ponto (Vejam bem, eu disse CERTO PONTO) de boa qualidade, é aquele negócio: É bom, mas tem seu preço.  Quem não pode pagar caro, vai de barato mesmo, até porque, até então, me atende muito bem.

       Se você estiver exclamando: “Puxa, mas essas é que são as ‘vantagens’ que ele enchergou no Windows Seven?”, você talvez não tenha entendido o ponto de vista que eu defendo: Muita gente tem computador como uma coisa “bonitinha” para se divertir ou mesmo passar o tempo, e no meu caso, eu o tenho como ferramenta, e ferramenta não tem que ser bonita, tem que ser prática! Hoje em dia me assusta ver que cada dia mais temos processadores com mais núcleos, mas mesmo assim eles não dão conta dos novos recursos, justamente porque hoje em dia boa parte do processamento é gasto com “beleza” e “perfumaria” da interface gráfica do Sistema operacional. Não usamos o computador como há anos atráz, como um centro de processamento de dados. Eu vejo um computador como uma ferramenta cientifica, não como um “adorno”, e por este ponto de vista, é importante que ele seja compatível com o que já fizemos. Claro que eu também aproveito o fato do computador ter se tornado uma “máquina-faz-tudo”, por exemplo, neste exato momento que redijo estas linhas, meu player está reproduzindo uma música, conectado à internet, baixando meus emails, ou seja, eu também uso o computador como lazer.  As vezes, eu o uso até como estação de jogos. Mas quando quero usar ele para uma atividade séria e profissional, quero ele processando a informação rápida, e não “desenhando” transições e fazendo suavizações de canto de tela.

     Outro fato que deixo claro é que mudança por mudança é “moda”, e eu não sigo a moda. A medida que um recurso se mostra interessante, prático e útil, eu vou aos poucos passando a usar. Não faz sentido usar um recurso “só porque é bonitinho”. Eu ainda uso o “alt+tab” antigo, não uso o recurso de “pinar” um ícone na barra, ainda uso o “Quick Launch” (aquele local onde ficavam os ícones do word, excel, e outlook) porque acaba que era exatamente isso que o quick launch fazia, mas poucos sabiam como fazer, e eu sei como fazer, só isso. E eu admito: A nova forma de trabalhar os programas com a interface “ribbon”, apesar de facilitar o uso dos programas pelos novos usuários, está forçando os usuáriuos mais antigos a ter que reaprender a usar o computador.

     O Windows Seven ainda pode ficar 10, pois existe uma coisa que “incomoda”: O excesso de incompatibilidade de drivers. Eu já postei isso no passado e volto a insistir: Tem muito wardware sendo “obsoletado” pelo Windows Seven, e isso é um absurdo nos dias de hoje,  onde lutamos por diminuir o descarte de equipamento que ainda funcionam e nos atendem perfeitamente, o que reforça o obsoletismo. Eu sei que isso vem do fato de que várias coisas mudaram no coração deste Sistema Operacional e da nova política da Microsoft de fiscalizar os drivers desenvolvidos por terceiros, pois uma das coisas que mais queimou a reputação do Windows foram os drivers mal feitos fornecidos por terceiros, mas deveria ter alguma forma da pessoa optar por usar um driver antigo, mesmo “não certificado”, como era no Windows XP, porque isso as vezes é necessário, e os fabricantes de equipamentos antigos não irão reescrever os seus drivers para os equipamentos mais novos. E finalmente, para os adeptos a  Mac: Mac não trava não é porque ele é assim tão bom, é porque quem desenvolveu o hardware, o sistema operacional e os periféricos, são pessoas da mesma empresa. Queria ver se a Apple tivesse que trabalhar com os vários fabricantes de hardwares internos de terceiros, se o sucesso do MAC seria o mesmo (pendrivers, impressoras e equipamentos “removíveis” não contam). Acredito que não. Ainda teremos mais uns 10 a 14 anos para trabalhar com esta nova versão do Windows, e com isso, teremos ainda algum tempo para nos adaptarmos à estas novas características. E até lá, vamos indo de Windows Seven.

O Pendriver Encheu, e agora?

janeiro 14, 2011

      Hoje, quando tentei salvar dados no meu pendriver de 8Giga, me deparei com a seguinte situação: Estava Lotado, nem um byte sobrando, e precisava salvar “mais dados” no pendriver. E então? O que fazer?

imagem do pendriver com nenhum byte a mais

Meu pendriver não cabia mais nada,nem um byte a mais

    E quem nunca passou por uma situação destas? Estar na casa do amigo, precisar salvar um dado no pendriver e não caber mais nada no seu pendriver. Vai aqui algumas dicas que, como foi o meu caso, ajudará a você arranjar espaço no pendriver sem necessariamente perder dados (em alguns casos, permanecendo com exatamente os mesmos dados que ele continha)

  1. Procure arquivos que definitivamente não são úteis no momento – Normalmente, existem arquivos criados por programas do sistema operacional que são temporários, backups ou mesmo pedaços de arquivos. Considerando que no momento você precisa é de espaço, procure estes arquivos e os apague. Entre as extensões de arquivos que podem ser apagadas com segurança estão os arquivos .bak, .tmp, .db, .bkp  . Se seu pendriver tem arquivos com estas extensões, exclua-os sem dó. 

    Extensões de Arquivos desnecessários no pendriver.

    Eu encontrei mais de uma centena destes tipos de arquivos: 

    Arquivos desnecessários encontrados - Mais de 9Mb

      No caso da exclusão de arquivos .db, o Windows irá te informar que os arquivos thumbs.db são arquivos de sistema, e irá te perguntar se realmente pode excluir. Clique em “sim”, pois estes arquivos são os caches de miniaturas das fotos das pastas. Vale também excluir arquivos de nome “cópia de …”, Backup de…” e outros arquivos que são cópias de segurança de arquivos originais. Só este fato já te permitirá liberar um considerável espaço de memória

  2. Procure por arquivos grandes que podem ser apagados – Não raro, nossos pendrivers tem arquivos que já gravamos em Mídia (CD ou DVD), e que podem ser apagados de nossos pendrivers. Use o programa de procura de seu sistema operacional e procure pelos arquivos maiores (com mais de 10Mb, por exempo), mas que você não precisa mais. Considerando que eles liberam muito espaço, (ou pelo menos o suficiente para colocar aquele outro seu arquivo que não está cabendo),  não tenha dó, apague.
  3. Você realmente não pode apagar o conteúdo do pendriver? Precisa dos dados tal qual estão no pendriver? Que tal tentar Compactar as informações? Os programas de compactação como o Winzip, Winrar, 7Zip e tantos outros por aí fazem esta tarefa para você, sem grande esforço. Procure por arquivos de texto (.doc ou .docx), planilhas (.xls ou .xlsx) e todo o tipo de arquivo de escritório, e compacte-os. Copie os arquivos para uma pasta no PC, compacte, exclua os arquivos do pendriver APÓS TER CERTEZA DE QUE COMPACTOU OS ARQUIVOS CORRETAMENTE e em seguida, copie o seu arquivo compactado ( .zip, .rar .7z, etc) novamente para o pendriver. Mas vale lembrar que é bom você ter o descompactador onde você vai levar os dados. particularmente, eu prefiro os arquivos .zip  . Apesar deste formato atualmente não ser o formato mais eficiente para compactação de dados, ele é muito popular, e até o Windows XP tem suporte nativo a pasta compactada no formato .zip. Entre os programas, recomendo o Power Arquiever. Encontramos ele free para Download na internet.
  4. Tem muita foto e muito filme no pendriver? Que tal diminuir um pouco a qualidade? – As câmeras digitais normalmente estão configuradas para trabalhar com uma alta qualidade de imagem e tamanhos elevados. Reduzindo uma foto de 12 Mpixels para 5 Megapixels, e diminuindo a qualidade de 90% para 80%, você consegue, em média, uma redução de 90% no tamanho de uma imagem. Sendo assim, aquela foto que ocupa 8Mb em seu pendriver, pode ocupar apenas 800kb, liberando um espaço considerável. O IrFanView te ajuda nisso, e é de graça!. E se você tem o Windows Movie Maker, se você compactar aquele vídeo da câmera de 700Mb no formato WMV, o tamanho pode cair a menos de 1/3, sem perda de qualidade. Seriam, neste caso, mais de 450Mb liberados!
  5. Procure por coisas desnecessárias, e apague – Não há motivos para você ter as 3 últimas versões daquele software bacana na versão “programa 1.1.26.exe”, “programa 1.1.35.exe”  e “programa 1.2.156.exe” , e também não há motivos para manter no pendriver aquele programa que todo mundo tem. Se você precisa de espaço agora e tem o tal programa em casa, então exclua, e copie ele novamente depois, após transportar o arquivo desejado.
  6. Procure arquivos repetidos – Uma forma simples, é mandar localizar todos os arquivos do pendriver, configurar o explorer para exibir as colunas de detalhes dos mesmos, classificar por tamanho, e em seguida, verificar quais deles tem “o mesmo tamanho”. Não raramente, fazendo isso encontramos arquivos semelhantes em pastas diferentes, e poderemos apagar. Claro, verifique  antes de apagar os arquivos, se realmente os arquivos tem o mesmo tamanho e o mesmo conteúdo. o Winmerge te ajuda a fazer isso!

No meu caso, fazendo o que eu descrevi acima, liberei mais de 360Mb, mais do que suficiente para armazenar meus pouco mais de 5Mb de arquivo que precisava  salvar no pendriver.

Pendriver com espaço sobrando

            E por fim, quando puder, faça um backup das coisas que você tem no pendriver. Esse sim é o método mais eficiente de nunca chegar na condição de “pendriver lotado”. Afinal, nem sempre temos condições e tempo de ficar liberando espaço no pendriver quando precisamos colocar dados nele. O meu eu farei no fim de semana! Ah, e vale lembrar, tudo o que foi descrito aqui vale para suas unidades de HD. Neste caso, usem o C Cleaner, normalmente ele faz isso muito bem, você ficará surpreso com a quantidade de espaço que será liberado de seu HD.

Mundo descartável – O que fazer?

janeiro 8, 2011

      Hoje, quando peguei minha calculadora para fazer uma conta, vi que algumas teclas não funcionavam. Como tenho conhecimentos em eletrônica, pensei: “Bom, não vou jogar fora, apesar de ser barato, se eu jogar fora vira lixo, e pelo que vejo o circuito eletrônico está funcionando, basta limpar!”. Ok, abri a calculadora (uma “Classe”, “Made in china”, comprada em uma loja do meu bairro. O que constatei? Que o problema era que a membrana do teclado se deteriorou, sendo impossível “remendar” a folha de plástico nos quais as trilhas de carbono foram montadas, e com isso, seria impossível consertar a calculadora. Muitos me diriam: “Mas veja, ela custou “barato”! Sim, mas independente de ter custado R$5,00 ou R$50,00 , eu não vejo motivos para uma calculadora ser feita para se estragar a não ser um único motivo: Incentivar o consumismo!

       Vamos voltar no tempo: Na época de nossos avós (ou tataravós), as coisas eram feitas para durar. As pessoas sabiam que as coisas exigiam trabalho para serem feitas, e por isso tinham que ser boas, de qualidade. Também na época, as pessoas não queriam descartar as coisas, porque não havia a tal “coleta de lixo”, por isso, tinham que evitar gerar lixo. Também eram caras as coisas, por isso, era uma boa prática “consertar” o que estragou.

         Hoje os valores são outros: As pessoas jogam fora coisas ainda funcionando porque alguém inventou outra “bugiganga” nova, mais bonita, e tecnologicamente mais avançada!. Ok, eu mesmo gosto disso, sério, quero ter um Ipad, um Iphone e um Iqualqueroutracoisa. Mas tem que durar! Acredito até que estes novos equipamentos durem muito, mas se por algum acidente ele se estraga, para se desmontar o equipamento, é necessário quase que “Destruir o equipamento”. Ele não foi feito para ser consertado, e quando ele estragar, você será incentivado a comprar outro, pois consertar custará talvez mais do que comprar um novo!

           Mas porque alguém iria querer consertar algo, ao invés de simplesmente descartar e ficar com o novo?

           Bom, pra sair fora do bordão “ecologia”, “sustentabilidade”, e outras coisas que no fundo, no fundo, são apenas paliativos para o problema, existem fatos que as pessoas realmente desconsideram: Primeiramente, o “novo” também custa “dinheiro”, ou seja, não vem de graça, e mesmo que custe a metade do equipamento antigo (o que não é verdade na maioria dos casos), ainda assim te fará tirar dinheiro do bolso.  Já por aí, deveria ser um bom argumento a se pensar antes de simplesmente jogar as coisas fora e comprar outras. E por outro lado, por trás das “atualizações” de recursos e funções que os equipamentos novos sofrem – O que até que não é ruim, muito pelo contrário, é bom e não é o problema  – vem a necessidade de aprendizado do uso das novas funções, cuja utilidade é questionável e que é empurrado “Goela abaixo”, sem uma mínima reflexão da nossa parte se realmente seria necessário. A simples manutenção, nos pouparia um tempo precioso que não temos hoje em dia, e mesmo que tal equipamento venha a ser considerado obsoleto, poderíamos continuar a usar ele para o propósito que foi desenvolvido, porque não?

        Trocar de equipamento nos obriga a passar por um novo processo de aprendizado no uso do novo equipamento, Eu, por exemplo, não tenho dificuldades em fazer isso, mas muitas pessoas tem, e as vezes, elas não conseguem usar a funcionalidade básica do equipamento. Vários Celulares hoje em dia são verdadeiros supercomputadores, entretanto, poucas são as pessoas que realmente usam todas as funções. As vezes, funções úteis, como recurso de gravação da ligação não estão disponíveis – O que é uma pena, pois poderíamos gravar s conversas com os atendentes dos SAC’s – mas o programa de identificação da música que está tocando no ambiente e que está “bombando”, está lá, instalado.

E o que deveria ser feito então para saber o que esperar de um equipamento?

           Simples: Toda empresa deveria informar, além do “prazo de garantia” ou de “validade” de um produto, o prazo de vida  útil do equipamento, que é diferente da garantia. Garantia é o tempo que o fabricante garante que o equipamento não dará defeito, independente do uso intensivo ou não do mesmo, sendo obrigado o fabricante a arcar com os custos de manutenção. Já a “Vida útil de um equipamento” é o quanto o fabricante espera que o equipamento dure com uso normal, e que, em caso de defeito durante este período, a pessoa tenha a opção de levar até um representante do fabricante para que ele providencie a manutenção do equipamento, sendo que OBRIGATORIAMENTE, o custo da manutenção não poderá exceder  o valor de varejo do equipamento, a manutenção DEVE ser feita no prazo acordado com o cliente com um limite máximo de, por exemplo, 60 dias, sendo que prazos maiores deverão ser acertados ANTES do fechamento do acordo de manutenção, sob ressalva assinada, e cuja multa por não cumprimento dos prazos deverão ser aplicadas ao fabricante do equipamento.

Porque a necessidade de uma lei tão rigorosa sobre vida útil dos equipamentos?

  • Porque sabendo qual é a vida útil de um equipamento, podemos saber se o preço mais barato de um equipamento compensa a dor de cabeça de, no futuro, ter que levar o equipamento para uma manutenção;
  • Porque teremos a possibilidade de escolher entre os equipamentos que esperamos durar mais, e por quanto tempo ele terá suporte garantido de manutenção;
  • Porque teremos uma idéia de quanto tempo esperamos que aquele equipamento nos sirva, planejando de forma mais racional o seu descarte e a sua obsolescência.
  • Porque forçaria os fabricantes a produzirem equipamentos mais duráveis, como era antigamente.

      Pessoalmente, eu prefiro comprar uma calculadora de R$50,00 que dure 10 vezes mais do que uma calculadora similar, que faça exatamente as mesmas contas e tenham exatamente os mesmos botões, mas custe 1/10 do preço, mas que me fará deslocar e perder o tempo de ir comprar outra calculadora em pouco tempo, e pior, que depois eu terei que pensar aonde irei jogar este lixo no qual o equipamento se tornou. Só que hoje, não sei se exatamente uma calculadora mais cara é sinônimo de durabilidade. A calculadora citada neste texto durou exatos 2 anos, o que só foi conseguido porque eu fiz até “capinha” para proteger a calculadora. Eu tenho também uma calculadora HP, que sei que foi concebida sob normas rígidas de qualidade, e que irá durar por um bom tempo, e que se enquadra nestas condições de exigência minha. Mas mesmo ela, não sei quanto tempo estará funcional, não sei daqui a quanto tempo o plástico dela irá se deteriorar, enfim, não sei qual é a vida útil mínima esperada dela. Seria uma informação interessante para até mesmo eu saber quando terei que pensar em  uma nova calculadora.

      Só para constar, uma reflexão minha: Quando eu era criança eu acreditava que a tecnologia iria fazer com que as máquinas fizessem o trabalho pesado para nós, e hoje, elas realmente o fazem, com perfeição incrível. Elas plantam, montam coisas, tecem, fazem tudo tornar a nossa vida mais fácil, até falam e brincam com nossas crianças. E elas se desgastam (assim como nós também), o que é esperado. Só que fazer as máquinas se estragarem rápido, apenas vai nos tornar escravos do trabalho para conseguir novas máquinas, o que é cada vez mais difícil já que elas fazem nosso serviço. Se elas se desgastam rapidamente, nós nos desgastamos para repô-las. E pra não ficar fora da moda do momento, “A natureza agradece!” Pense nisso!

P.S. Este post sofrerá atualização com imagens, visite regurlamente meu Blog e fique por dentro.

Sua caixa de som é realmente Stereo?

setembro 26, 2010

                     Recentemente, ao dar inicio ao uso de um novo computador (o mesmo dos posts anteriores), eu fiz um procedimento padrão quando inicio o uso de um novo sistema: Configurei o computador da minha forma, apliquei as instalações e atualizações necessárias, e por fim, fiz os testes de “performance”, para saber do que o novo computador em uso é capaz de fazer. Pois bem, eis que em um dos testes – o teste de qualidade de áudio das caixas – me deparei com uma surpresa: O som, apesar de ser de alta fidelidade, saía igual em ambas as caixas! Antes que alguém diga “Tah, mas e daí, o que há de errado nisso?”, eu explico: Quando um audio é gravado no formato Stereo, isso quer dizer que existem dois canais de audio, um direito e um esquerdo. Normalmente alguns instrumentos são reproduzidos no lado esquerdo e outros são reproduzidos no lado direito, dando a impressão de estarmos no meio da banda, no caso de música.  Bom, para quem não liga para isso, ou só usa som no computador para falar no MSN ou Skype, isso não faz quase nenhuma diferença, eu diria até que não faz a mínima diferença, pois o audio do microfone é por natureza, monofônico. Mas para quem gosta de ouvir música no computador ou mesmo gosta de jogar jogos, principalmente os títulos mais novos, isso faz toda a diferença. E no mais, os audios dos novos sistemas operacionais, como os do Windows Seven, são todos Stereofônicos, portanto, não faz sentido estar com um novo PC, com um equipamento e um sistema operacional de ponta e com uma caixa de som monofônica.

Como testar se minha caixa de som é Stereo ou Mono?

Simples:

1) Baixe e reproduza o arquivo de áudio no formato Mp3 “Esquerdo Direito.mp3” em seu computador (está no rapidshare e vai durar 10 downloads ou 60 dias. Como foi postado dia 26-09-2010, se você não conseguir baixar, me peça que eu te envio ou posto de novo).

http://rapidshare.com/files/421434103/Esquerdo_Direito.mp3

MD5 do arquivo: 0D6F98972135EE2D452F1DE32290E9CE

2) Se estiver tudo OK, deverá sair o som “Esquerdo” somente na caixa esquerda, e o som “Direito” somente na caixa direita, e isso indicará que suas caixas estão boas. Se o som esquerdo sair na caixa direita, e vice-verso, basta trocar as caixas de lado.

3)  Se cada uma das palavras saírem nas duas caixas ao mesmo tempo, isso quer dizer que as suas caixas, apesar de possuirem 2 auto-falantes, é Monofônica, com canal mixado.

4) Se sair apenas o som “Esquerdo” ou somente o som  “Direito” nas duas caixas, quer dizer que somente um canal de áudio está ligado nas caixas.

5) Se sair apenas Esquerdo em uma das caixas, e nada na outra ou Direito em uma das caixas, e nada na outra, quer dizer que suas caixas de som possui algum problema nos fios ou no circuito, ou no auto-falante.

                Se a sua caixa de som apresentou problemas, o ideal é entrar em contato com quem vendeu, explicando exatamente o detalhe. É possível que ele se “recuse” a trocar ou a devolver o dinheiro, pois talvez ele  nem saiba do que se trata o problema. Eu já tive 3 casos diferentes de caixas para resolver com este problema: No primeiro caso, o circuito amplificador da placa eletrônica era mono, tive que “jogar fora” o circuito, aproveitando alguns componentes e montar outro no lugar, só que agora, Stereo, e aí tudo funcionou. No segundo caso, a placa eletrônica estava montada com um circuito Mono, mas o componente amplificador era Stereo, bastou montar o restante dos componentes do outro canal e ela virou uma caixa de som stereo. No terceiro caso, a placa eletrônica interna estava perfeita, bastou apenas trocar o cabo de entrada de som de Mono para Stereo.

               De tudo isso, para mim, fica a tristeza de saber que a falta de conhecimento dos usuários fazem com que as empresas acabem fazendo este tipo de coisa. E o pior: Dentro das empresas, a maior parte das pessoas também não detém o conhecimento necessário para identificar o problema, e com isso, quando algum funcionário inescrupuloso quer “crescer” , propondo que encontrou uma forma de “economizar” na montagem do equipamento, sua opinião é aceita, por quem tem o poder de decisão mas não detém o devido conhecimento técnico, daí, o erro vai se extendendo na tal da “cadeia produtiva”, ficando por isso mesmo. É triste isso, mas acontece em empresas que até são decentes.

Minha eXPeriência com Windows Seven

setembro 13, 2010

         Mais uma vez sou “Obrigado” a mudar de sistema operacional onde trabalho, desta vez a mudança é de Windows XP para o Windows 7. Como Entusiasta do Windows 98 (só mudei para o Xp quando não dava mais), e agora, como “usuário do XP”, o qual estou migrando também por necessidade, posso dizer, sim, o Windows melhorou muito, mas por mais que se “esforçe” em manter compatibilidade, acaba deixando algumas utilidades para traz obrigando os usuários antigos a “se adaptarem”. Isso não é um problema para mim, mas é um incomodo sim, uma vez que tenho que me adaptar, aprendendo os novos recursos e “redescobrir” para onde foram as coisas, as ferramentas, os programas, enfim, para onde foi tudo. Não sei porque a Microsoft não mantém compatiblidade com algumas das antigas interfaces. Acho que mudança de Kernel (coração do Sistema operacional) é valido sim, mas mudança de interface gráfica, só se necessário, e aos poucos. Há quem goste de Bugigangas e há quem não goste, eu só gosto das bugigangas reais.  

Dentre as prinicipais considerações a respeito desta nova versão de OS, posso dizer: 

  • A Microsoft andou capinando algumas funções. A primeira função “capinada” (retirada) do OS que eu percebí foi o recurso de fala. Para quem não sabe, O Windows Xp possuia o recurso de fala, que permitia a alguns programas “ler” textos, e que  que eu usava para leitura de documentos. Eu possuia uma voz, a “Raquel” (da scansoft), e já usei esta voz para ler PDFs para mim. No Seven, este recurso foi retirado (ou eu não ví onde habilitar);
  • O menu Inicar clássico, (do velho Windows 98) foi finalmente excluido, o que eu acho uma enorme perda. Muitos criticavam este menu, mas a maioria sequer sabia usa-lo de forma organizada, talvez daí as duras críticas. Eu nunca tive problemas, mesmo porque, ele era apenas uma referência onde os programas estavam e colocavam atalhos para suas documentações. Para executar um programa eu normalmente uso o atalho já “instalado” no Quick Launch, do qual falo abaixo;
  • O Quick Launch veio desabilitado… E pior, apesar de saber onde fica a pasta no sistema operacional, fiquei impossibilitado de acessa-la. Resultado: Tive que criar a minha própria Quick Launch para organizar meus icones de programas. Menos mal, porque eu até cheguei a pensar que este recurso havia desaparecido, mas ter que criar ela “à mão” só é possível para usuários mais experiêntes. Hoje a opção de “fixar” os programas à barra de tarefas é uma alternativa a este recurso, mas particurlamente, eu não gostei, uma vez que o Quick Launch (ou iniciar rapidamente) fazia esta vez. E outra: O fato de eu ter várias janelas de um determinado programa ativo não quer dizer que estou fazendo a mesma coisa em cada uma das “instâncias” abertas. Prefiro a ordem em que as coisas são abertas mesmo, para mim, é mais intuitivo.

 

           De tudo mais, pelo menos mantiveram a opção de otimização do sistema para performance. Nunca gostei dos recursos de esmaecimento, transisções e outras, perdão da palavra, “frescuragens do windows”, por um simples motivo: Consomem Muito Recurso de Memória e de processamento, e pra quem não sabe, estas “frescuragens” faz aumentar o gasto de energia do Computador. Bom, em tempos de se falar de sustentabilidade, nada melhor do que evitar consumir o desnecessário. Mas respeito quem quer gastar energia, e deixa estes recursos habilitados. As consessionárias de Fornecimento de energia agradecem.           Por outro lado,  eles acertaram numa coisa: Desabilitar o “Autorun”, recurso responsável pela atual disseminação de virus, nunca foi tão fácio. No Windows XP, eu precisava instalar o Tweak power Toys, que me permitia desabilitar o recurso de Autorun de todas as unidades. Agora, eu pude desabilitar este recurso por completo em um menu nativo do sistema operacional. Eu prefiro conectar um pendriver e ir “manualmente” navegando na unidade, do que ter que responder a uma tela de “o que deseja fazer”. Mesmo porque, a maioria dos virus que se espalham vão via pendriver, se o autorun está desabilitado, eu simplesmente abro a pasta e excluo o virus, sem precisar de antivirus. Melhor, eu já deixo um atalho para a unidade no meu desktop. E antes que alguém me condene: Eu uso PC para trabalhar, e pendriver para carregar dados. Música, eu até ouço no Pendriver MP3 player que tenho só pra isso, mas deixo as músicas nos arquivos do PC também. 

 Quem quiser ver a imagem do Desktop de meu Pc, segue abaixo: 

  

  Precisei do classic Sheel para deixa-lo assim, bem como copiei o arquivo shell32.dll do windows XP para uma pasta pessoal minha e renomeei para IconesXP.dll, e assim pude escolher os icones a serem usados a partir desta DLL. Agora sim, está realmente do jeito que eu queria! 

 Bom, é isso. Espero que esta experiência ajudem a vocês a terem uma breve visão desta nova versão do windows. Se eu tiver novidades, posto aqui. 

 Por Clebermag

Mundo Maluco

agosto 26, 2010

     Faz muito tempo que não posto, e gostaria de aproveitar para comentar algo sobre o nosso “mundo maluco”. Não que eu seja este “exemplo” de pessoa normal, pois faço coisas que muitos dos meus amigos classificam como loucura. Aliás, eu admito que perdi um pouco a referência do que é “ser normal” e “ser maluco”, ou seja, nem sei mais exatamente o que é “ser normal”, porque, isso foje à lógica.

     E porquê digo isso?

     Bem, porque vejo que as pessoas fazem coisas contrárias ao que deveriam fazer para obter o que almejam, concordam com coisas contrárias ao que deveriam concordar para expressar seus ideais, e não se indigninam com o que deveriam se indignar diante de uma situação absurda.

Darei exemplos que eu vejo no dia-a-dia, e irei me referir a “nós” como sendo a sociedade como um todo, da qual eu faço parte:

  • Todo mundo acha absurdo a quantidade de lixo que geramos, entretanto, sempre pegamos a maior quantidade de sacolas que podemos pegar no supermercado; Aproveitar sacolas, é coisa de pobre ou de maluco, reaproveitamento em geral é “coisa de pobre”;
  • Concordamos que carro polui, que é um dos grandes problemas da sociedade, mas vemos um ciclista como sendo um cara “maluco” porque fica no meio do trânsito da cidade; A mesma coisa, vale para o motoqueiro, que muitos não respeitam;
  •  Reclamamos da politica, mas elegemos politicos que não tem conteúdo ético para legislar; Votamos “para ganhar” porque todo mundo vota nesse ou naquele candidato, ao invés de votarmos com base em fatos;
  • Valorizamos a ecologia, mas não nos importamos de descartar o lixo sem nenhum critério, não nos esforçamos para separar os materiais para reciclagem, ficamos “atordoados” com as queimadas, mas não as evitamos; Preferimos descartar equipamentos ao invés de providenciar manutenção junto ao fabricante, ou pior, compramos equipamentos de péssima qualidade, os quais irão se estragar rapidamente e não terão manutenção porque “não queremos pagar caro por um “equipamento de qualidade”, que segue os protocolos de redução de impacto ambiental e de manutenção;
  • Reclamamos dos “Ladrões e marginais” que roubam, matam, ferem e causam as mais diversas “desgraças” na vida das pessoas, mas passamos as mãos na cabeça de nossos filhos quando colam na escola dizendo que eles foram espertos, afinal, “quem não cola não sai da escola”; Quando ele chega com material do “amiguinho”, ao invés de o corrigirmos falando para ele procurar o dono do material e devolver, dizemos “ah, vai ver que se misturou com os objetos do meu filho”; e o que é pior, quando precisamos de algo, procuramos “comprar barato” nos locais onde sabidamente são vendidas “coisas roubadas”, porque “o original de fábrica vendida na loja com nota é caro”, alimentando o mercado clandestino, que causa dor às pessoas vitimas de assaltos.
  • Reclamamos das crianças abandonadas, sem pai nem mãe cuidando, mas não fazemos nada contra o culto ao sexo irresponsável disseminado pela cultura do funk “proibidão” e outros tantos estilos populares de música, que geram gravidez indesejada por pais despreparados (incluindo também neste grupo, estilos musicais axé, pagode, sertanejo e atualmente até o rock, que tem cultuado o sexo irresponsável). E pior, trazemos as crianças vitimas do sexo irresponsável para o sexo irresponsável o mais cedo possível, criando um submundo de círculo vicioso de pessoas à margem das leis da sociedade.
  • Reclamamos da nossa obesidade, mas nos predispomos às lanchonetes e fast foods para comer;
  • Reclamamos da falta de tempo, mas aceitamos vender cada vez mais o nosso tempo para termos dinheiro.

       Poderia citar vários outros exemplos aqui mostrando estes nossos absurdos. E a questão que fica é que eu posso até entender que alguém não faça uma ou outra coisa correta por comodismo ou porque “é dificil fazer a coisa certa”, não que isso se justifique, mas dá pra entender a lógica do “faço o que é fácil”, pois essa é a lógica do comodismo, que no fundo no fundo, nós temos alguma coisa. Eu mesmo cedo à tentação de quebra de algumas regras, como a da alimentação, na qual eu pessoalmente peco muito. Mas fazemos mais do que simplesmente nos omitir: Rotulamos de malucos as pessoas que tentam ser coerentes com todas as propostas coerentes e apoiamos quem faz errado, essa é a pior parte!

     Eu vejo que a única forma de nos esquivarmos desta condição de insanidade é justamente refletirmos nossas atitudes, procurando sermos mais coerentes com nossos valores, assumindo a responsabiliadade pelo que fazemos. Isso não é fácil, pois cada vez que assumimos a responsabiliade por nossos atos, observamos a nossa incoerencia e precisamos dar passos atráz, e poucas são as pessoas dispostas a fazer isso.  E uma coisa é certa: A ciência já sabe que espécies entram em colapso quando não entram em equilibrio com a natureza. Estamos caminhando para isso, e só não chegou tal colapso porque existem cabeças pensantes neste mundo que tem esta consiência e atuam de forma a evitar tal colapso. Entretanto, até quando isso será possível? Se alguém tiver alguma resposta à esta pergunta, poste aqui, porque, honestamente, eu não tenho. A única atitude que me sobra é fazer a minha parte corretamente e de forma consiente, pois mesmo sendo uma excessão na multidão, se alguém disser que ninguém pensa de tal forma, eu posso dizer, com a consiência tranquila: Eu fiz a minha parte.

Aprendendo a Aprender – O autodidatismo

maio 23, 2010

     Eu sempre procurei usar o que aprendi sobre as coisas, e já aprendí sobre muita coisa. Claro, também já descobrí que mesmo sabendo tudo o que eu sei, sempre existe algo novo a se aprender, e acreditem, a cada dia que se passa, mais e mais aprendo, e ultimamente, não tenho dado conta sequer das coisas que tenho a aprender, tamanha é a quantidade de informações  disponíveis. Mas, no meio disso tudo, algumas pessoas perguntam como eu faço para aprender tanto sobre tanta coisa. E o segredo é:  Aprender a Aprender.

O que é “Aprender a Aprender”?

Bom, como o titulo sugere, aprender a aprender é se torna um autodidata, ou seja, aquela pessoa que é capaz de aprender por sí só. Sendo assim, “autodidata” é a pessoa que possui a arte de não precisar de um professor (ou tutor) presente orientando para aprender, ele sabe ir aonde a informação está, filtra as informações desnecessárias ou erradas, e constroí seu conhecimento a partir das novas informações coletadas. Eu me considero autodidata, e acho que posso passar um pouco de como fazer para ser autodidata. Existem algumas linhas de raciocínio, que se forem seguidas, fará com que você também tenha esta capacidade, se é que você não já tenha mas apenas não sabe usar.

Eis então o caminho, onde tentarei explicar de forma bem detalhada, e de fácil entendimento:

  1. Começe sempre de uma base sólida, ou seja, de algo que você conheça. Não adianta tentar aprender a programar um computador se você não sabe nem usar um computador para as tarefas básicas. Não adianta querer aprender a operação matemática de logarítmo se você não sabe fazer contas de multiplicação. Não adianta querer aprender a fazer um almoço se você ainda não sabe como fazer um arroz. Procure verificar se antes de você aprender algo mais complexo não há nada mais simples que você tem que saber para fazer o algo mais complexo, e aprenda a fazer. É maios fácil aprender coisas simples do que coisas mais complexas, e a medida que a complexidade aumenta aos poucos, a sua capacidade de acompanhar o raciocíno necessário aumenta junto.
  2. Converse com pessoas que saibam aquilo que você quer aprender, e peça dicas. As pessoas que já sabem fazer podem te informar os passos a seguir, os pré-requisitos (0u coisas que você tem que saber antes), e com isso, você terá um caminho a seguir. Mas atenção, não espere que a pessoa te dê uma aula do assunto. Se ela puder dar esta aula, ótimo, mas se não, colabore, peça apenas as dicas. Hoje em dia as pessoas tem pouco tempo, então, quanto menos tempo você tomar dela, mais ela estará disposta a ajudar.
  3. Siga as dicas que lhe for apresentada. A maioria das pessoas desiste neste ponto porque é o momento em que se tem que “por a mão na massa”. Aprender exige leitura, releitura, enfim, nem sempre aprenderemos algo na primeira vez que lermos ou entrarmos em contato com a informação. Neste momento, também é bom buscar várias fontes para comparar as informações. As pessoas também erram, sendo assim, ver mais de uma fonte faz com que possamos identificar pontos de vistas diferentes, poderemos identificar erros, enfim, teremos mais poder de julgamento.
  4. Tenha uma boa fonte de pesquisas em suas mãos. Existem sites de busca muito interessantes que fazem uma boa parte do trabalho, Eu prefiro o Google, que é muito bom nisso. Como usar ele? – Alguém pode perguntar – Bom, eu pesquiso com o google pensando no texto que quero encontar. Por exemplo, quero aprender sobre a profissão de enfermagem: Eu entro no google, e penso: “Bom, se eu quero aprender sobre a profissão de enfermagem, devo encontrar um texto que diga: ‘O profissional de enfermagem é capaz de ….’ então, as palavras que eu digito são : [ Profissional Enfermagem capaz ]. Fiz o teste com as palavras ao lado, e o terceiro link do google apontava para a Wikipédia, que explicava detalhadamente o que um profissional de enfermagem deve ser capaz de fazer. Ah, eu não simplesmente cliquei no link da wikipédia, eu cliquei com o botão direito do mouse no link e cliquei na opção “Abrir em uma nova Janela”. Assim, eu poderia testar outros links sugeridos pelo Google, enquanto a nova janela vai abrindo.
  5. Não desista ao primeiro insucesso, e nunca, jamais diga: “Eu não consigo…”. Essa afirmação faz com que nos acomodemos, e fiquemos a esperar que alguém caia do céu e nos ajude.  Ao invés dela, pense: “Onde mais posso tentar alguma informação?” ou “Quem poderia me ajudar a descobrir isso?”, ou ainda: “O que falta aprender para conseguir aprender isso?”. Estas perguntas nos estiga a pensar, e isso é o que move o autodidata.
  6. Aprender exige tempo, sendo assim, se necessário, se ausente para aprender. Use um fim de semana, uma tarde de domingo, mas dedique um tempo com a pesquisa e a leitura/prática do que você quer aprender. Ninguém aprende a fazer um arroz, por exemplo, sem tentar. Crie uma situação que te permita errar, isso pode acontecer durante o aprendizado. Quando só se tem um copo de arroz para fazer com pessoas esperando para comer não é o melhor momento para aprender a fazer arroz. Da mesma forma, esteja em uma condição que te permita errar durante a aprendizagem. Procure saber o que pode sair errado, e se precaveja de forma a não se envolver em algum acidente ou algo que possa te prejudicar. Informe as pessoas de que você está aprendendo e vai “tentar”, assim, se der erro, não será uma surpresa, errar é normal no processo de aprendizagem, mesmo com um professor, por exemplo.
  7. Anote os passos que você seguiu. Assim, se der certo, você será capaz de fazer de novo. Eu, particurlamente, quando faço algo, adoro tirar uma foto, assim, vejo como eu fiz, e se eu me esquecer, basta ver o que eu fiz. Se você não pode tirar fotos, anote os passos na sequência, desenhe o que você vê ou fez, salve o que você pesquisou, imprima,  mas acima de tudo, não deixe de registrar o que deu certo.
  8. Leia bons livros. Eles costumam passar muita informação, e de forma organizada. Quem escreveu o livro, teve no mínimo o trabalho de revistar o texto, sendo assim, é bem provavel que o conteúdo seja verídico, e será mais fácil aprender por ele. Se necessário, leia mais de um livro sobre o mesmo assunto.
  9. Repasse a informação com a sua experiência. Assim, outros poderão seguir o seu caminho e também desfrutar do que você aprendeu, ou poderão sugerir caminhos melhores. Ouça, preste atenção, reflita, compare. Isso é bom para aprimorar o que foi aprendido.

Existem várias pessoas que, como eu, compartilham as suas experiências, e com todas estas dicas, você estará apto a ser autodidata, e verá que as portas do conhecimento começarão  a se abrir para você.

Espero que as informações postadas aqui ajude a você encontrar as informações que precisa, e quem sabe, eu possa contar com você para me ensinar algo.

Por Clebermag